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Dica da Semana #10

por FOS, em 31.10.14

Dicas para eliminar os maus cheiros em casa

 

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Infelizmente, alguns objetos e divisões da nossa casa tendem a ganhar cheiros pouco desejáveis que nem sempre são fáceis de eliminar. Porém, a verdade é que existem diversas soluções caseiras bastante práticas e simples que permitem a qualquer pessoa acabar com os terríveis maus cheiros em casa.

Em geral produtos como o vinagre, o bicarbonato de sódio ou o limão são muito utilizados nestas situações; saiba então tirar partido destes e outros produtos acessíveis para conseguir um ambiente muito agradável.

 

Divisões da casa

imagesAGZPTMJJ.jpgÉ muito importante que se sinta bem em sua casa e não há nada melhor do que ter uma casa limpa e sem cheiros. Se tiver a cozinha ou outra qualquer divisão com um cheiro desagradável – como por exemplo o cheiro a tabaco, é possível fazer diminui-lo substancialmente utilizando uma esponja comum de limpeza. Embeba a esponja em vinagre e deixe-a num prato em qualquer canto da divisão para que absorva o mau odor. Se for especificamente uma divisão fechada e sem arejamento (como uma cave ou arrecadação), muitas vezes instala-se a humidade e cheiro a mofo. Neste caso, opte por colocar nesta divisão um prato com uma cebola cortada ao meio durante uma noite e verá o cheiro a desaparecer.

Frigorífico

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O frigorífico é um local propício a maus cheiros quando se acumulam restos de comida, alimentos estragados, etc. Existem várias opções para cuidar deste eletrodoméstico essencial e garantir que os odores desagradáveis não o incomodem a si nem interfiram com os produtos que lá estão guardados. Limpar e organizar o frigorífico regularmente é importante – até para perceber que alimentos já estão fora do prazo e impróprios para consumo. Para a limpeza em si utilize um pouco de bicarbonato de sódio ou com água e vinagre; além disso poderá colocar um copo com um cotonete embebido em baunilha para prolongar um bom aroma. Já o congelador muitas vezes também apresenta algum cheiro menos agradável devido nomeadamente ao gelo: neste caso, limpe o congelador com um pano embebido em extrato de baunilha e utilize também água e vinagre na limpeza das prateleiras.

Garrafa térmica

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O mau cheiro que por vezes aparece em garrafas térmicas compromete bastante a sua utilização. Para resolver o problema, encha a garrafa com água quente juntamente com sal e deixe esta mistura durante alguns minutos para depois lavar a garrafa normalmente.

Recipientes de plástico

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 Ao guardar os restos de comida em recipientes de plástico, por vezes fica um cheiro desagradável que teima em permanecer mesmo após a lavagem. De facto, alguns alimentos ou comidas possuem cheiros fortes que não são fáceis de eliminar. Assim, experimente encher estes recipientes de plástico com água quente e junte um pouco de bicarbonato de sódio; deixe-os a repousar durante a noite e lave-os de novo no dia seguinte. Em alternativa, também pode recorrer à mostarda: faça uma mistura de mostarda com água morna, coloque no recipiente por alguns instantes e lave.

 

Peças de roupa

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Uma das soluções mais comuns e simples é deixar a roupa a arejar quando esta apresenta algum cheiro mais intenso; porém isso nem sempre é suficiente. Por exemplo, quando as roupas ficam guardadas durante muito tempo é natural que surja o cheiro a mofo. E neste caso não há nada melhor do que começar por lavar estas peças de roupa de uma forma especial: se forem roupas delicadas, prefira lavá-las com leite, as roupas brancas podem ficar de molho em lixívia e as roupas normais podem ser lavadas com sal, vinagre e sumo de limão. Depois deste primeiro tratamento, lave normalmente as peças de roupa com água e sabão neutro e deixe-as secar ao sol. Lembre-se sempre que lavagens regulares e exposições à luz solar ajudam muito a evitar o cheiro a mofo.

Calçado

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Os diferentes tipos de calçado são muitas vezes alvo de maus cheiros e exigem alguns cuidados: limpe os seus sapatos com alguma frequência e certifique-se de que estão bem secos antes de os usar (de preferência, deixe-os a secar ao sol). Se o mau cheiro não sair com a lavagem habitual, experimente fechá-los num saco de plástico e colocá-los assim no congelador durante a noite para que as temperaturas baixas eliminem as bactérias responsáveis por este odor.

Cinzeiros

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É impossível impedir que um cinzeiro não fique a cheirar a tabaco, porém quando o lavar faça-o com uma mistura de água com vinagre pois isto atenua bastante o mau cheiro.

Mãos

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Por vezes nem são os objetos ou a divisão que ficam com maus cheiros, mas sim as próprias mãos: ao preparar as suas refeições são diversos os alimentos que tendencialmente deixam as suas mãos com um cheiro pouco desejado. Para contornar esta situação, existem diversas soluções consoante cada alimento. No caso do peixe, passe limão nas suas mãos e deixe atuar durante uns minutos; depois lave normalmente com água e sabão e veja os resultados. Se por outro lado se tratar de alho, coloque as suas mãos sob água corrente enquanto mexe num objeto de inox; depois esfregue as mãos em limão e por fim, lave normalmente com água e sabão.

 

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publicado às 10:32

 

 

Artigo elaborado pelos alunos da turma 2 da disciplina de Informática (formadores Ana e Samuel)

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publicado às 10:29


Curiosidades da Semana #4

por FOS, em 29.10.14

 

 

 

Artigo elaborado pela aluna Lucinda Vieira

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publicado às 14:18

No dia 25 de Outubro a nossa Associação realizou a Festa da Solidariedade, em que os fundos angariados reverteram para ajudar a Beatriz nos seus tratamentos.
 
Podem saber mais sobre a causa da Beatriz aqui: https://www.facebook.com/todosjuntospelapipoca?ref=ts&fref=ts
 
Deixamos algumas fotografias do evento. 
 

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publicado às 11:53


Sugestão Culinária #11

por FOS, em 24.10.14

Açorda de bacalhau

 

Um prato tradicional e à moda alentejana. Delicie-se com um dos pratos mais tipicamente português.

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Para 4 pessoas

Tempo de preparação: 15 minutos

Tempo de confeção: 20 minutos

Ingredientes:
300 g de bacalhau seco graúdo da Boruega
4 ovos Pingo Doce
400 g pão alentejano (da véspera)*
4 colheres de sopa de azeite gourmet
2 dentes de alho seco
1 raminho de coentros frescos
1 colher de chá de sal
200 g de rabanetes

* Contém glúten

Modo de confeção:
Coza o bacalhau previamente demolhado (durante 36 horas). Retire o bacalhau e aproveite a água da cozedura (sem deixar ferver) para escalfar os ovos. Retire os ovos e reserve o caldo.

Prepare um piso, esmagando num almofariz o azeite, os alhos descascados, os coentros lavados e escolhidos e o sal. Leve o caldo da cozedura do bacalhau ao lume e junte-lhe o piso assim que levantar fervura. Entretanto, corte o pão em fatias ou pedaços e distribua-o pelos pratos.

Finalização:
Na altura de servir, deite o caldo sobre o pão, os ovos e o bacalhau já cortado em pedaços ou em lascas e acompanhe com rodelas de rabanetes.

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publicado às 16:28


Feira de Outono - 18 de Outubro

por FOS, em 22.10.14

Realizou-se no passado sábado a feira de Outono da FOS. 

Houve jogos tradicionais, música, apresentação dos resultados do estudo alimentar, comida e muita animação!

 

Ficam as fotografias.

 

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publicado às 16:55

No âmbito da disciplina “Linguagem e Comunicação” em Praia do Ribatejo, continua a existir um espaço em que se concilia a autonomia, o descobrir coisas novas e o aprender a saber fazer. Sendo também um espaço lúdico, todas as atividades proporcionam aos alunos bem estar e alegria. Deixo aqui, como exemplo, dois textos construídos por duas alunas, na sequência da leitura e reflexão do poema “Viagem” de Miguel Torga que causou uma particular e enriquecedora conversa entre todos.

 

 

Viagem

Ao longo da minha vida, tive muitos sonhos, alguns já realizados, outros ainda estão por realizar. Um deles era fazer uma longa viagem de “sonho” a Londres e a Itália pois tenho muita curiosidade em conhecer o espaço e a cultura destes países. Como não a devo poder realizar, fica no meu baú de sonhos e vou tentar viajar através da aprendizagem e do conhecimento.

Isaura

 

 

Viagem

Iniciámos sim, uma viagem

Com boa disposição,

Baseada na “Linguagem”

E, boa Comunicação.

 

Gostei muito do poema

De uma beleza invulgar,

Li, reli, com voz serena,

Tenho muito que viajar.

 

Viajando na Cultura,

Sentimo-nos como a voar,

Será, talvez, a altura,

De um sonho realizar?...

 

Sinto-me numa aventura

Mas, guiada com “Sabedoria”

Vejo-a com ternura,

Dando-me muita alegria!

 

Helena Maia

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publicado às 11:03

 

O que é a Osteoporose

A osteoporose é uma doença óssea sistémica, (i.e. generalizada a todo o esqueleto), que por si só não causa sintomas, caracterizada por uma densidade mineral óssea (DMO) diminuída e alterações da micro arquitectura e da resistência ósseas que causam aumento da fragilidade óssea e, consequentemente, aumento do risco de fracturas.

Se não for prevenida precocemente, ou se não for tratada, a perda de massa óssea vai aumentando progressivamente, de forma assintomática, sem manifestações, até à ocorrência de uma fractura.
O que caracteriza as fracturas osteoporóticas é ocorrerem com um traumatismo mínimo, que não provocaria fractura dum osso normal. Também se chamam, por isso, fracturas de fragilidade.
Uma vez que o número de mulheres em risco de desenvolver osteoporose pós-menopáusica aumenta à medida que a população vai envelhecendo, é fundamental identificar de forma precoce e exacta quais as que se encontram em risco de sofrer fracturas.

 

Sintomas da Osteoporose

Habitualmente não ocorrem sintomas clínicos de osteoporose antes da ocorrência de uma fractura.
A osteoporose é considerada uma doença assintomática. De facto, durante a progressão da doença, os ossos tornam-se progressivamente mais frágeis sem que os indivíduos afectados o percebam.

Exceptuando os casos em que o doente efectua o rastreio da doença, o diagnóstico só se realiza após a ocorrência de uma fractura:


• Para muitas mulheres pós-menopáusicas, a ocorrência da primeira fractura osteoporótica é o primeiro sintoma sugestivo da doença;
• A ocorrência de fracturas osteoporóticas vertebrais é a complicação da osteoporose pós-menopáusica mais frequente e muitas vezes a mais precoce;
• Nesta fase, a micro-estrutura interna do osso pode já ter sofrido uma grande destruição e a doença encontrar-se num estado bastante avançado;
• Frequentemente (em aproximadamente dois terços dos casos), as fracturas vertebrais não são diagnosticadas por não produzirem sintomas ou por os sintomas associados - dor na região dorsal ou lombar - serem banais e inespecíficos (i.e. surgem em muitas outras situações clínicas para além das fracturas);
• Após a primeira fractura, muitas vezes não diagnosticada, o risco de novas fracturas aumenta, podendo ocorrer múltiplas fracturas vertebrais e consequente aumento da morbilidade (i.e. das queixas e das perturbações associadas à doença) e da mortalidade;
• O diagnóstico e o tratamento precoces da doença são, portanto, fundamentais tendo em vista a prevenção das fracturas.

 

 

Causas da Osteoporose

A osteoporose decorre de um desequilíbrio entre as células que produzem a substância óssea (fase que se designa por formação) e as células que destroem a substância óssea (reabsorção), ou seja, as células que se encontram envolvidas no ciclo normal renovação (designada por remodelação) do osso.


A perda de substância óssea torna-se tão acentuada que mesmo as actividades quotidianas que implicam um esforço mínimo sobre os ossos podem provocar a sua fractura.

A osteoporose, que pela definição operacional da Organização Mundial de Saúde (OMS) é sinónimo de Densidade Mineral Óssea (DMO) diminuída, pode ter múltiplas causas, e pode classificar-se num dos seguintes dois grupos:

 

  • Osteoporose primária, quando não há uma patologia subjacente que justifique a sua ocorrência. Resulta, em princípio, da diminuição de estrogénios após a menopausa e/ou da aquisição insuficiente de massa óssea durante a fase de crescimento do indivíduo;
  • Osteoporose secundária, quando a perda óssea é secundária a uma doença, a um distúrbio alimentar ou a medicação.

 

 

Diagnóstico da Osteoporose

A definição adoptada pela OMS nas recomendações para o diagnóstico da osteoporose baseia-se na diminuição de massa óssea.
O grau de diminuição de massa óssea é determinado através dos valores da densidade mineral óssea (DMO) que mede a quantidade de mineral existente numa determinada numa determinada área de osso.

Quando se compara um valor da DMO dum determinado indivíduo com o valor médio da DMO de uma população de adultos jovens do mesmo sexo (valor que representa a massa óssea máxima, também chamada pico de massa óssea), a relação entre os dois valores, expressa em número de "desvios-padrão" (DP), é designada índice T (T score). Em termos mais simples, o índice T descreve a diferença entre a massa óssea actual do indivíduo e a massa óssea da população de adultos jovens.
De acordo com a OMS, diz-se que há osteoporose quando o índice T tiver valores inferiores a -2,5 DP e osteopenia quando o índice T se situar entre -1 e -2,5 DP. Valores superiores a -1 são considerados normais.

A DMO está relacionada com o risco de fractura por fragilidade óssea:

  • Uma DMO baixa é o factor que, isoladamente, mais pesa no risco de fractura do idoso e afecta, pelo menos, metade de todas as mulheres pós-menopáusicas;
  • As mulheres com osteoporose têm, individualmente, o risco de fractura mais elevado;
  • No entanto, a maioria das fracturas osteoporóticas ocorre em mulheres pós-menopáusicas com osteopenia (i.e. com uma DMO apenas moderadamente baixa) porque este é o grupo mais numeroso.


Uma vez que a razão de ser da prevenção e do tratamento da osteoporose é, fundamentalmente, a prevenção das fracturas que lhe estão associadas, a decisão de prevenir/tratar a osteoporose num determinado indivíduo deve ter em conta não apenas o valor da DMO obtido pela osteodensitometria, mas também a presença/ausência doutros factores de risco para fracturas osteoporóticas. Uma história clínica completa e alguns exames complementares adequados são imprescindíveis para uma avaliação correcta do risco de fractura.

 

 

Prevenção da Osteoporose

De acordo com a organização Mundial de Saúde (OMS), a prevenção da osteoporose define-se como a forma de impedir a perda de massa óssea na mulher recentemente menopáusica e ainda sem osteoporose - ou seja, na mulher com valores do índice T (T-Score) da densidade mineral óssea (DMO) entre -1 e -2,5 (osteopenia) e com risco aumentado de fractura.


No entanto, num sentido mais lato, a OMS reconhece que a melhor forma de lidar com a osteoporose é através da sua prevenção logo desde o nascimento e ao longo da vida. Algumas intervenções para maximizar e preservar a massa óssea têm múltiplos efeitos benéficos na saúde. Alterações na dieta e no estilo de vida - aumentar a ingestão de cálcio, deixar de fumar, reduzir o consumo de álcool (< 30 g por dia) - podem contribuir para prevenir a osteoporose e, potencialmente, diminuir de forma significativa a taxa de ocorrência de fracturas. O exercício físico também contribui para aumentar a DMO durante o crescimento e minimizar a perda óssea numa idade mais avançada. Quanto mais precocemente se adoptar um estilo de vida saudável, maiores os ganhos em DMO. No entanto, as alterações são benéficas em qualquer idade.

 

 

 

Tratamento da Osteoporose

Existe actualmente uma grande diversidade de medicamentos úteis para a prevenção e tratamento da osteoporose pós-menopáusica (OPPM):

  • Os bisfosfonatos, que inibem a reabsorção óssea, são os medicamentos mais utilizados, podendo ser administrados de forma intermitente.
  • Os moduladores selectivos dos receptores de estrogénios (SERM's), que exercem no osso uma acção semelhante à dos estrogénios, inibindo a reabsorção óssea.
  • A terapêutica hormonal de substituição (THS), que consiste na administração das hormonas sexuais femininas (estrogénios, progesterona) cuja produção diminui na menopausa
  • As calcitoninas, que inibem a reabsorção óssea.
  • Outros medicamentos que actuam no osso e no metabolismo ósseo.

O aumento da ingestão de alimentos ricos em cálcio e vitamina D, a toma, quando julgado necessário, de suplementos contendo estes nutrientes e o aumento do nível de actividade física complementam a terapêutica farmacológica.

 

 

Fonte: http://www.roche.pt/sites-tematicos/osteoporose/oquee/index.cfm

 

 

Artigo elaborado pelos alunos da turma 1 da disciplina de Informática (formadores Filipe e Samuel)

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publicado às 10:59


Sugestão de Jardinagem #9

por FOS, em 17.10.14

 

 

 

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publicado às 18:00


Dica Mensal de Segurança #8

por FOS, em 15.10.14

Ver televisão e usar o computador…

 

ADOTE UMA POSTURA CORRETA PARA EVITAR DORES NA COLUNA

 

Em condições normais, o nosso corpo pode fazer quase tudo. O aumento da idade leva naturalmente a uma diminuição de capacidades físicas e sensoriais. Pense na importância de manter estas capacidades durante o maior número de anos possível e esforce-se para se manter em forma, enganar o tempo e prolongar a sua juventude.

As estatísticas nacionais sobre as atividades de vida diária realizadas pela nossa população sénior, referem que as pessoas nestas faixas etárias, passam em média, mais de cinco horas diárias a ver televisão e que nos últimos anos houve um acréscimo de utilizadores do computador.

O número de horas diárias que cada pessoa passa a ver televisão ou a utilizar computador, a par de posturas inadequadas e uma vida sedentária, são fortes contributos para o aparecimento de dores de coluna e problemas posturais.

Sabemos também que posição das janelas e portas que deixam passar a luz natural bem como as dimensões do mobiliário entre outros, são alguns dos aspetos que concorrem para a exposição ao risco de adoção de posturas incorretas, ainda assim, podemos sempre adaptar as condições do espaço (sala, escritório, quarto…) e criarmos condições mínimas conforto e bem-estar.

Preocupo-me com o meu bem-estar e conforto? Escolho cuidadosamente a cadeira ou sofá que utilizo? Será que a minha postura corporal é a mais adequada para ver televisão?

 

 

Existem vários fatores que podem contribuir para uma melhoria das condições conforto, bem-estar e saúde de cada pessoa, nomeadamente:

  • Estado de saúde da visão individual;
  • Dimensões e tipo de ecrã da televisão ou computador;
  • Dimensões do espaço, tipo de mobiliário e localização dos ecrãs nesse espaço;
  • Iluminação natural e artificial do espaço;
  • Posturas corporais adotadas por cada pessoa;

Para que pessoa possa disfrutar dos momentos em que vê televisão, é necessário associar a qualidade da iluminação existe no compartimento, com as capacidades de visão individual.

A distância que a pessoa se senta para ver televisão deverá ser sensivelmente 5 vezes a diagonal maior do ecrã, daí a importância da relação das dimensões do equipamento e do compartimento.

A colocação do ecrã no espaço físico deverá permitir a distância atrás referida, um ângulo de visão frontal e evitar os reflexos no ecrã da luz natural ou iluminação direta das lâmpadas.

Primeiramente deve optar-se pela iluminação natural e quando esta não for suficiente, ser complementada pela iluminação artificial. A luminosidade deve permitir a visão das cores e formas dos objetos que nos rodeiam e os contrastes evitando assim os efeitos distorcidos na perceção visual.

Uma “postura Correta” significa adotar a posição física indicada como a mais adequada a ser mantida pela pessoa em situações específicas (deitado, sentado, em pé, em movimento, etc.). O fato de o ser humano manter habitualmente uma postura correta ajuda a garantir a saúde do sistema músculo-esquelético. A postura correta contribui para que a coluna vertebral, que é o eixo central do corpo, se mantenha saudável, sem desvios.

As principais consequências (entre outras) de posturas desajustadas e de permanecer muitas horas em frente de um ecrã sem fazer pausas, são:

  • Cansaço visual, visão dupla, dores de cabeça e tensão nervosa;
  • Dores musculares, principalmente nas áreas do pescoço, coluna, braços;
  • Sensação de rigidez muscular, fadiga e cansaço;
  • Sensação de dormência e formigamento muscular;
  • Ocorrência de deformação física e lesões músculo-esqueléticas.

 

ALGUMAS DICAS DE SEGURANÇA NO USO DE ECRÃS

A tendência para relaxar no que diz respeito à postura é grande e a vontade de a corrigir por vezes é pequena, dá trabalho e às vezes até cansa e dói. Quando sentir uma dor evite a tendência, de adotar posições que irão colocar em esforço outros pontos do corpo.

Ver televisão

  • Coloque o ecrã à altura dos seus olhos, para não esforçar o pescoço. Inicialmente poderá ter de fazer um esforço consciente para melhorar a sua postura corporal, mas depois habitua-se e isso acontecer-lhe-á naturalmente.
  • Na posição sentada, a coluna deve estar totalmente apoiada no encosto da cadeira ou sofá, com a cabeça alinhada ao tronco, evitando desvios posturais.
  • Se estiver sentado num sofá ou cadeira colocados ao lado da TV, evite girar o tronco para olhar para o ecrã, mude a sua posição, de forma que sua coluna e a visão fique o mais alinhado possível com a TV (posição frontal).
  • Coloque-se a uma distância que lhe possibilite uma visualização confortável das imagens (sensivelmente 5 vezes a diagonal do ecrã);
  • Se prefere ver TV deitado, evite a posição de bruços, coloque-se de lado com uma almofada sob o pescoço de modo a manter a cabeça alinhada com o tronco (não coloque a cabeça apoiada no braço do sofá) e dobre os as pernas pelos joelhos usando uma almofada entre eles.
  • Mantenha sempre uma luz acesa enquanto vê TV, para facilitar a sensibilidade aos contrastes e cores das imagens e a interação com o ambiente físico envolvente.

 

Usar o computador

  • Quando usar o computador tenha o cuidado de se sentar utilizando todo o assento da cadeira, apoie as costas, os seus pés devem estar assentes no chão e os braços e os ombros não podem estar em esforço.
  • Coloque o ecrã à altura dos seus olhos, evite passar muitas horas seguidas parado em frente do computador, intercale esta tarefa com outras e procure fazer pausas de 10 minutos por cada hora.

 

 

  • Para descomprimir e diminuir a tensão muscular na região cervical (pescoço-ombros), faça pequenos exercícios de rotação com os ombros e flexione a zona do pescoço suavemente para a frente e lateralmente (mas evite rodá-lo),

 

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