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Ao desenhar o modelo de funcionamento da FOS, foram tidos em conta dois aspectos essenciais: a necessidade de recorrer a voluntários para leccionar as diversas formações e o cariz filantrópico da associação promotora deste projecto.
O primeiro aspecto referido fez com que a criação de ofertas formativas estivesse largamente dependente da colaboração de voluntários, pelo que a aposta constante na divulgação da FOS e consequente recrutamento de formadores tenha sido fundamental para o início do projecto.
O objectivo de responsabilidade social da Associação de Voluntários Essência da Partilha, promotora do projecto, levou a que as actividades fossem desenvolvidas de forma a não sobrecarregar financeiramente os beneficiários. Para tal, foi necessário contar com o apoio de parceiros e patrocinadores, como foi o caso da Fundação Portugal Telecom que cedeu equipamento informático essencial ao arranque e desenvolvimento deste projecto.
Também a necessidade de instalações, adaptadas às especificidades das formações oferecidas e principalmente às condições físicas dos utilizadores foi um tema que mereceu a atenção da Junta de Freguesia de Moita do Norte, que gentilmente cedeu uma antiga escola primária investindo assim na formação e ocupação dos tempos livres dos seniores da Freguesia e do Concelho.
A aposta na melhoria contínua da gestão deste projecto é uma constante preocupação dos seus coordenadores e da direcção da associação promotora. A entrada da FOS na RUTIS, entidade representativa e certificadora das Universidades Seniores Portuguesas, reflecte este objectivo, trazendo inúmeras vantagens para alunos e professores, bem como, uma maior visibilidade do projecto FOS no Concelho e Região.