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Depois de uma abordagem sobre poesia, os alunos debruçaram-se não só nas leituras de algumas poesias de características diferentes, como puseram “mãos à obra” e fizeram algumas para, assim, se comemorar o Dia Internacional da Poesia. Aqui vos deixo alguns exemplos … Espero que gostem.

 

“O Mar”

O mar é símbolo de beleza,
Nele, tudo nos fascina e faz pensar
Olhando-o, quando raivoso e revolto
Nada o faz parar.
Ondas envoltas em espuma,
De uma beleza invulgar
Ele é omnipotente,
Zangado, briga até com um rochedo
Bonito de ver … mas mete medo!
Aos poucos, vai-se aquietando …
E, então, pequenas ondas vão surgindo,
Passa o risco do mal.
Levemente, toca o rochedo,
Como criança brinca com o seu brinquedo
Só se ouve o barulho das ondas, baixinho …
É a calmaria
Olhamos então este quadro deslumbrante
Pintura na verdade fascinante
A verdade é uma certeza,
É obra da Natureza!

 

“Poesia à FOS de Praia do Ribatejo”

Felizmente, há pessoas de boa vontade
Que se preocupam com os séniores,
Assim, temos nossa Universidade,
Que, além de bem situada,
É bem organizada!
Temos aulas diversas, dadas com sabedoria
Que nos dão muitos conhecimentos.
Tudo isto, é altamente proveitoso
Como um remédio gostoso.
Para seguirmos nossa meta em euforia,
Temos passeios e festinhas com alegria!

Eu estou muito feliz
Em Linguagem e Comunicação,
Que seja por muito tempo
É o que pede meu coração!

“Praia do Ribatejo” está contente
Pois estamos aproveitando,
Que venha cada vez mais gente,
Que mais disciplinas estão esperando!

“Eu sou portuguesa”
Eu sou portuguesa
Nasci em Portugal
Amo tanto o meu berço,
Como amo Portugal!

 

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publicado às 16:54

Origem:

As manifestações das mulheres russas, quer por melhores condições de trabalho, quer contra a entrada da Rússia na 1ª guerra mundial.

 

Também na Europa e EUA (inicio do sec. XX), surgiu a ideia de celebrar este dia no contexto da luta por melhores condições de trabalho, bem como pelo direito ao voto.

 

Também está associado a dois factos históricos ocorridos nesta data:

1 – Manifestação das operárias nova-iorquinas em 08/03/1857 (ou 1908).

2 – O incêndio de uma fábrica têxtil ocorrido também em Nova Iorque.

 

No ocidente a data ficou esquecida até á década de 60, onde o Movimento Feminista a recuperou.

Em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adoptado pelas Nações unidas para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres.

 

A turma de Artes Decorativas da FOS comemorou este dia com alguns trabalhos que embelezaram a escola. Deixamos as fotografias da elaboração e resultado final.  

 

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publicado às 10:54

Para comemorar o Dia Internacional da Língua Materna, propós-se um desafio às nossas alunas de Português o qual foi aceite, em que consistia cada aluna redigir um texto sobre o tema, aqui ficam os mesmos:

 

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publicado às 14:18

A celebração do Dia Mundial da Luta Contra o Cancro baseia-se na Carta de Paris, aprovada em 4 de Fevereiro de 2000, na Cimeira Mundial Contra o Cancro para o Novo Milénio.


A Carta apela à aliança entre investigadores, profissionais de saúde, doentes, governos e parceiros da indústria no âmbito da prevenção e tratamento desta doença. O cancro é uma das principais causas de morte no mundo.

 

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2011 o cancro foi a causa de morte de 25.593 pessoas em Portugal, o que representou cerca setenta casos por dia e três por hora, números que se constatam estarem a aumentar.
Embora as taxas de sobrevivência em alguns cancros estejam a registar um aumento significativo, o número de novos casos tem sido tão elevado que a mortalidade não consegue recuar.
Alguns dos cancros com maior indicie de mortalidade em Portugal são os do reto, colon, ânus, pulmão, brônquios e laringe.

Este dia mundial tem como objetivo consciencializar sobre a doença e desmistificar algumas ideias pré-concebidas e até falsas sobre o cancro, reforçar a informação sobre a prevenção e diagnóstico precoce e esclarecer sobre os diversos tipos de tratamento.

 

Nesse âmbito foi solicitado a alguns alunos de informática da FOS que dessem o seu contributo para lembrar este dia. Abaixo estão os seus trabalhos onde a grande maioria são ou foram casos reais.

 

Obrigado pelo trabalho!

 

 

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publicado às 10:26

«Comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos»

 

A formadora de “Linguagem e Comunicação” Maria Teresa Vieira lançou, desta vez, um novo desafio aos seus formandos no âmbito da comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos, dia 10 de dezembro. Assim, propôs-lhes uma reflexão em grupo sobre os Direitos Humanos, em que foram lidos os artigos inerentes à Declaração Universal, a escolha de um desses artigos e construção de um texto de opinião, expondo considerações acerca dele, da sua importância e cumprimento do mesmo. Aceitaram de bom grado o desafio. Aqui deixo o resultado desse trabalho. 

 

Eu, Manuel João, escolhi refletir sobre o artigo XXV:

 

A Declaração Universal dos Direitos do Homem, proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, surge na sequência das torturas – o Holocausto é a memória das nossas memórias – na segunda guerra mundial. É neste dia que são entregues os prémios Nobel da Paz e dos Direitos Humanos.

 

“1.Toda a pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e à sua família saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda de meios de subsistência fora do seu controle.


2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio, gozarão da mesma proteção social.”

 

O fundamento da minha escolha pretende uma reflexão, em particular, na forma subjetiva e objetiva, na interpretação da vontade de um benemérito natural de Praia do Ribatejo – Dr. Francisco da Cruz que, num gesto de cidadania prescindindo de seus bens a favor dos seus concidadãos mais desfavorecidos, revelou altruísmo que, com todo o propósito, é adequado no direito preceituado no artigo XXV da presente Declaração.

 

Para que se entenda o visionário Francisco da Cruz e o enquadramento com o artigo XXV, passo a citar parte do conteúdo plasmado em testamento da sua vontade de ver criado: “ … um asilo para velhos e inválidos do trabalho de ambos os sexos, uma creche para crianças pobres, estas e aquelas naturais da freguesia da Praia do Ribatejo … para além disso “ … esta Fundação criará uma Escola de Artes e Ofícios a instalar nas casas térreas em ruinas e quintal, que pelo sul confrontam com a Escola Primária Oficial …”.

 

Da leitura e, em poucas palavras, o conteúdo da sua vontade revela de forma clara o reconhecimento das desigualdades e o acesso ao direito que se verificavam na sua época.
A manifestação da sua vontade assertiva é descrita por quem viveu na sua época, da lembrança que guarda a memória desta terra, baseada em factos reais do quotidiano áureo da indústria de transformação e manufatura das madeiras que vinham Tejo abaixo.

 

Atualmente, a instituição Dr. Francisco Cruz dá resposta social através de Lar de Idosos, Centro de Dia e Apoio Domiciliário. A resposta à proteção na infância, – por razões que não vêm aqui para o tema, é dada através de outra instituição de solidariedade social no Centro de Acolhimento para Crianças e Jovens em Perigo em Praia do Ribatejo. Pela mesma, e outras razões, falta cumprir a terceira vontade do benemérito, a criação da escola – ou equivalente nos tempos modernos, de artes e ofícios.

 

Ao mesmo tempo em que escrevia o último parágrafo, espreitei para a televisão que me acompanhava; Parei … E porquê? No programa “Ponto Contra Ponto”, de Pacheco de Pereira - O PODER DAS PALAVRAS – um pequeno menino negro falava para uma imensa plateia silenciosa numa universidade dos Estados Unidos da América; um dos habituais encontros escolares que estamos habituados a ver nos filmes. E começou assim:

No Texas… lincham negros, os meus colegas e eu vimos um homem pendurado pelo pescoço. E depois incendiado. Fomos em direção a um bando de linchadores. Ficámos com as caras contra o chão do carro. Olhei para os meus colegas de equipa. Vi medo nos olhos deles. E pior, a vergonha. Qual foi o crime daquele negro? Pelo qual devia ser enforcado, sem direito a um julgamento, num bosque escuro e nublado. Era um ladrão? Era um assassino? Ou só um negro? Era um meeiro? Um padre? Teria os filhos à espera? E quem éramos nós para simplesmente nos escondermos e não fazer nada? Não importa o que tenha feito, na multidão estavam os criminosos. Mas a lei não fez nada. Só nos deixou com a pergunta: porquê? O meu adversário disse: “Nada que viole o Estado de Direito pode ser moral “. Mas não há lei escrita no “ Sul de Jim Crow” que negue aos negros uma casa, que sejam rejeitados nas escolas, nos hospitais, nem tão pouco que sejamos linchados. São Agostinho disse: “Uma lei injusta não é lei” o que significa que tenho o direito e até o dever de resistir, com violência ou desobediência civil.” Deveriam rezar para que eu decorra à última.

 

Assim, encerro este meu texto, com palavras malditas - mal ditas e o provérbio “palavras loucas orelhas moucas”!

 

Nós, Odete Menino e Isaura Martins, decidimos refletir sobre o artigo II:

 

Os direitos desta declaração são iguais para todos. Independentemente das pessoas serem de raça branca ou negra, ricas ou pobres, qualquer que seja a sua religião ou origem, língua ou até ideias políticas, elas têm que ter as mesmas liberdades e capacidade para usufruir destes mesmos direitos. Não há condições ou valores diferentes. Elas são feitas da mesma massa e assim deveriam ser tratadas. Infelizmente, isso não acontece. Há sempre tendência à discriminação, a atitudes injustas ou desiguais com base em argumentos de sexo, raça, etnia, religião … até por parte da própria justiça. A realidade disto chega-nos a toda a hora nas notícias. Isto sempre conduz à revolta, à guerra.

 

Nós, Helena Maia e Teresinha Cotovio, refletimos sobre o artigo XXVI:

 

A instrução é o alimento da nossa vida. Sem ela, não podemos singrar, ir mais além, qualquer ser humano terá direito a ela, só com a devida formação poderá desenvolver as suas capacidades, saber viver em sociedade, aprender uma profissão digna, e até aprender a defender-se, adquirindo força/poder para com isso, promover a Paz tão necessária ao nosso mundo de hoje.

Os pais têm prioridade de direito na escolha de instrução que será ministrada a seus filhos”. Será que há mesmo prioridade de direito?... A realidade não nos transmite isso, quer aqui ao nosso lado, quer através dos media. Podemos constatar que o que se passa é bem diferente, crianças que nascem e morrem sem saberem o que é a Paz, sem conhecerem o que é a instrução, sem terem acesso a livros ou brinquedos, conhecendo apenas a guerra, fome, sofrimento e até a perda dos seus. Será que estes pais tiveram opção?... Direito à escolha de instrução de seus filhos?...

Pensamos que não se tem feito o suficiente para travar estas situações. O homem continua a trabalhar em prol do poder e do dinheiro. Todos de nós deveríamos lutar contra o desrespeito dos direitos humanos e unir as nossas forças pela compreensão comum desses direitos e liberdades para o seu pleno cumprimento.

 

Artigo elaborado pelos alunos da turma de Linguagem e Comunicação (formadores Teresa Vieira)

 

 

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publicado às 10:34

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publicado às 09:44

 

Artigo elaborado pelos alunos da turma 0 da disciplina de Informática (formadores Armando e Samuel)

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publicado às 11:30

 

 

Artigo elaborado pelos alunos da turma 2 da disciplina de Informática (formadores Ana e Samuel)

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publicado às 10:29

 

O que é a Osteoporose

A osteoporose é uma doença óssea sistémica, (i.e. generalizada a todo o esqueleto), que por si só não causa sintomas, caracterizada por uma densidade mineral óssea (DMO) diminuída e alterações da micro arquitectura e da resistência ósseas que causam aumento da fragilidade óssea e, consequentemente, aumento do risco de fracturas.

Se não for prevenida precocemente, ou se não for tratada, a perda de massa óssea vai aumentando progressivamente, de forma assintomática, sem manifestações, até à ocorrência de uma fractura.
O que caracteriza as fracturas osteoporóticas é ocorrerem com um traumatismo mínimo, que não provocaria fractura dum osso normal. Também se chamam, por isso, fracturas de fragilidade.
Uma vez que o número de mulheres em risco de desenvolver osteoporose pós-menopáusica aumenta à medida que a população vai envelhecendo, é fundamental identificar de forma precoce e exacta quais as que se encontram em risco de sofrer fracturas.

 

Sintomas da Osteoporose

Habitualmente não ocorrem sintomas clínicos de osteoporose antes da ocorrência de uma fractura.
A osteoporose é considerada uma doença assintomática. De facto, durante a progressão da doença, os ossos tornam-se progressivamente mais frágeis sem que os indivíduos afectados o percebam.

Exceptuando os casos em que o doente efectua o rastreio da doença, o diagnóstico só se realiza após a ocorrência de uma fractura:


• Para muitas mulheres pós-menopáusicas, a ocorrência da primeira fractura osteoporótica é o primeiro sintoma sugestivo da doença;
• A ocorrência de fracturas osteoporóticas vertebrais é a complicação da osteoporose pós-menopáusica mais frequente e muitas vezes a mais precoce;
• Nesta fase, a micro-estrutura interna do osso pode já ter sofrido uma grande destruição e a doença encontrar-se num estado bastante avançado;
• Frequentemente (em aproximadamente dois terços dos casos), as fracturas vertebrais não são diagnosticadas por não produzirem sintomas ou por os sintomas associados - dor na região dorsal ou lombar - serem banais e inespecíficos (i.e. surgem em muitas outras situações clínicas para além das fracturas);
• Após a primeira fractura, muitas vezes não diagnosticada, o risco de novas fracturas aumenta, podendo ocorrer múltiplas fracturas vertebrais e consequente aumento da morbilidade (i.e. das queixas e das perturbações associadas à doença) e da mortalidade;
• O diagnóstico e o tratamento precoces da doença são, portanto, fundamentais tendo em vista a prevenção das fracturas.

 

 

Causas da Osteoporose

A osteoporose decorre de um desequilíbrio entre as células que produzem a substância óssea (fase que se designa por formação) e as células que destroem a substância óssea (reabsorção), ou seja, as células que se encontram envolvidas no ciclo normal renovação (designada por remodelação) do osso.


A perda de substância óssea torna-se tão acentuada que mesmo as actividades quotidianas que implicam um esforço mínimo sobre os ossos podem provocar a sua fractura.

A osteoporose, que pela definição operacional da Organização Mundial de Saúde (OMS) é sinónimo de Densidade Mineral Óssea (DMO) diminuída, pode ter múltiplas causas, e pode classificar-se num dos seguintes dois grupos:

 

  • Osteoporose primária, quando não há uma patologia subjacente que justifique a sua ocorrência. Resulta, em princípio, da diminuição de estrogénios após a menopausa e/ou da aquisição insuficiente de massa óssea durante a fase de crescimento do indivíduo;
  • Osteoporose secundária, quando a perda óssea é secundária a uma doença, a um distúrbio alimentar ou a medicação.

 

 

Diagnóstico da Osteoporose

A definição adoptada pela OMS nas recomendações para o diagnóstico da osteoporose baseia-se na diminuição de massa óssea.
O grau de diminuição de massa óssea é determinado através dos valores da densidade mineral óssea (DMO) que mede a quantidade de mineral existente numa determinada numa determinada área de osso.

Quando se compara um valor da DMO dum determinado indivíduo com o valor médio da DMO de uma população de adultos jovens do mesmo sexo (valor que representa a massa óssea máxima, também chamada pico de massa óssea), a relação entre os dois valores, expressa em número de "desvios-padrão" (DP), é designada índice T (T score). Em termos mais simples, o índice T descreve a diferença entre a massa óssea actual do indivíduo e a massa óssea da população de adultos jovens.
De acordo com a OMS, diz-se que há osteoporose quando o índice T tiver valores inferiores a -2,5 DP e osteopenia quando o índice T se situar entre -1 e -2,5 DP. Valores superiores a -1 são considerados normais.

A DMO está relacionada com o risco de fractura por fragilidade óssea:

  • Uma DMO baixa é o factor que, isoladamente, mais pesa no risco de fractura do idoso e afecta, pelo menos, metade de todas as mulheres pós-menopáusicas;
  • As mulheres com osteoporose têm, individualmente, o risco de fractura mais elevado;
  • No entanto, a maioria das fracturas osteoporóticas ocorre em mulheres pós-menopáusicas com osteopenia (i.e. com uma DMO apenas moderadamente baixa) porque este é o grupo mais numeroso.


Uma vez que a razão de ser da prevenção e do tratamento da osteoporose é, fundamentalmente, a prevenção das fracturas que lhe estão associadas, a decisão de prevenir/tratar a osteoporose num determinado indivíduo deve ter em conta não apenas o valor da DMO obtido pela osteodensitometria, mas também a presença/ausência doutros factores de risco para fracturas osteoporóticas. Uma história clínica completa e alguns exames complementares adequados são imprescindíveis para uma avaliação correcta do risco de fractura.

 

 

Prevenção da Osteoporose

De acordo com a organização Mundial de Saúde (OMS), a prevenção da osteoporose define-se como a forma de impedir a perda de massa óssea na mulher recentemente menopáusica e ainda sem osteoporose - ou seja, na mulher com valores do índice T (T-Score) da densidade mineral óssea (DMO) entre -1 e -2,5 (osteopenia) e com risco aumentado de fractura.


No entanto, num sentido mais lato, a OMS reconhece que a melhor forma de lidar com a osteoporose é através da sua prevenção logo desde o nascimento e ao longo da vida. Algumas intervenções para maximizar e preservar a massa óssea têm múltiplos efeitos benéficos na saúde. Alterações na dieta e no estilo de vida - aumentar a ingestão de cálcio, deixar de fumar, reduzir o consumo de álcool (< 30 g por dia) - podem contribuir para prevenir a osteoporose e, potencialmente, diminuir de forma significativa a taxa de ocorrência de fracturas. O exercício físico também contribui para aumentar a DMO durante o crescimento e minimizar a perda óssea numa idade mais avançada. Quanto mais precocemente se adoptar um estilo de vida saudável, maiores os ganhos em DMO. No entanto, as alterações são benéficas em qualquer idade.

 

 

 

Tratamento da Osteoporose

Existe actualmente uma grande diversidade de medicamentos úteis para a prevenção e tratamento da osteoporose pós-menopáusica (OPPM):

  • Os bisfosfonatos, que inibem a reabsorção óssea, são os medicamentos mais utilizados, podendo ser administrados de forma intermitente.
  • Os moduladores selectivos dos receptores de estrogénios (SERM's), que exercem no osso uma acção semelhante à dos estrogénios, inibindo a reabsorção óssea.
  • A terapêutica hormonal de substituição (THS), que consiste na administração das hormonas sexuais femininas (estrogénios, progesterona) cuja produção diminui na menopausa
  • As calcitoninas, que inibem a reabsorção óssea.
  • Outros medicamentos que actuam no osso e no metabolismo ósseo.

O aumento da ingestão de alimentos ricos em cálcio e vitamina D, a toma, quando julgado necessário, de suplementos contendo estes nutrientes e o aumento do nível de actividade física complementam a terapêutica farmacológica.

 

 

Fonte: http://www.roche.pt/sites-tematicos/osteoporose/oquee/index.cfm

 

 

Artigo elaborado pelos alunos da turma 1 da disciplina de Informática (formadores Filipe e Samuel)

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publicado às 10:59

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